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Itumbiara -

GEPATRI prende por furto de soja

Os suspeitos  Arlindo, o operador de colheitadeira Alentino e Gilsimar

Após 1 mês de investigação, Policiais Civis do Grupo Especial de Repressão a Crimes contra o Patrimônio (GEPATRI), da 6º DRP Itumbiara, chefiados pelo Delegado Rogério Moreira da Silva, prenderam em flagrante delito, no último dia 12, por volta das 23:30h, as pessoas de Gilsimar Costa Silva, Arlindo Lopes da Silva,  e o operador de colheitadeira Alentino Elias Martins Neto, por estarem cometendo o crime de furto qualificado na Fazenda denominada LAGOA, às margens da BR 153, em Itumbiara (GO).

Segundo a Polícia Civil, o bando suspeito de furtar grãos na região era investigado, pois sob a liderança do operador de colheitadeiras Alentino, estava furtando carregamentos de soja durante as noites e madrugadas.

Assim, o Gepatri começou a investigação da quadrilha, e, após realização de campanas, foi possível presenciar o momento exato em que a associação criminosa agiria, quando no último dia (12), por volta das 23:30h, foram presos em flagrante  logo após saírem da Fazenda com a carga de 4 toneladas de soja  sobre um caminhão Mercedes Benz.

Alentino era operador de colheitadeira requisitado na cidade e trabalhava recebendo diária, assim, aproveitava-se da sua condição e passava a conhecer as propriedades e furtar quando possível.

No atual esquema ele próprio colhia a soja e parava os trabalhos por volta das 19:00h, durante a colheita do dia, em dado momento em que estivesse sozinho ele descarregava uma ou duas cargas da colheitadeira no mato e voltava com seus comparsas de caminhão no fim da noite ou de madrugada e carregava a soja que havia sido por ele mesmo escondida.

De acordo com as investigações, Alentino fazia isso dia sim dia não ( furtando de 3 a 4 toneladas de soja por vez), trazendo enorme prejuízo para o produtor que tivesse contratado seus serviços, principalmente porque, em geral, a safra de soja sofreu quebra este ano por causa da estiagem.

Presos, eles responderão pelo crime de furto qualificado e associação criminosa, podendo as penas chegar a 11 anos de reclusão e agora as investigações serão direcionadas a eventuais receptadores da soja furtada. Fonte: 6ª DRP/Itumbiara

 

O caminhão usado para furtar a soja colhida em propriedades da região

Soja colhida e furtada pelo grupo, mas recuperada pelo GEPATRI

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