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Esporte -

Vila: Ótima fase do Tigrão

Romes Xavier

O futebol apresentado na terça-feira, no primeiro tempo, contra o Paraná Clube no Serra Dourada, foi de time que vai brigar por acesso. Mas não pode repetir o que jogou no segundo tempo. Vencia por 3x0 e permitiu uma reação do adversário que chegou a marcar dois gols e deu uma certa “pressão” no time colorado.

O Vila está na quarta posição da Série B com 23 pontos conquistados. Atrás de Juventude (26), Guarani (25) e América (23), mas está á frente de adversários tradicionais como: Internacional, Goiás e Santa Cruz.

O Vila Nova joga com o Paisandu/PA, neste sábado em Itumbiara (perdeu no STJD o mando de cinco jogos), mas ainda pode recorrer. Mas como não tem tempo para mudar este jogo, vai ter mesmo que ir a fronteira para pegar este adversário.

Se vencer o jogo, o Vila Nova estará se consolidando dentro do G-4 e pode mesmo começar a sonhar com primeira divisão. O técnico Emerson Maria consegue tirar muito desse time. Tem um esquema de jogo muito forte na marcação de saída de bola do adversário com Moisés e Matheus Anderson, com a chegada dos meias e dos volantes. Quando Alan Mineiro chega para definir é um terror para o adversário.

Alan já marcou seis gols nessa Série B e vive uma grande fase no Vila Nova. Podendo alcançar uma nota oito, como foi definido pelo próprio jogador. Aliás, o gol marcado por Alan Mineiro no jogo contra o Paraná Clube, foi de quem sabe fazer gol. Um toque sutil de esquerda no cantinho do goleiro, sem chance e sem perdão. Só quem tem faro de artilheiro consegue fazer um gol daquela distância, de fora da área, com a qualidade de um verdadeiro “matador”. Alan Mineiro está sendo o jogador mais decisivo dessa Série B, está desequilibrando e por isso o Vila Nova está numa posição tão boa na tabela de classificação. Alan Mineiro é o cara!

ALAN MINEIRO – O melhor jogador da série B

 

ATLÉTICO E ATLÉTICO/MG - WALTER DE NOVO?

Passam - se os dias, semanas, meses e o assunto no Atlético é o mesmo: Walter e s sua forma física. Foi assim no Goiás durante os primeiros quatro meses do ano, está sendo assim nos últimos meses no Atlético e provavelmente será do mesmo jeito até o fim do ano. Não vejo empenho no atacante rubro-negro.

A briga do atacante atleticano não é só contra a balança, é também com treinadores e companheiros de trabalho. A torcida pede Walter, o técnico não coloca e é chamado de “burro”. Os companheiros estão com impressão que vão entrar em campo com um jogador á menos. Os treinadores estão ficando numa saia justa terrível. Gilson Kleina experimentou desse remédio quando estava no Goiás. Marcelo Cabo e Doriva no Atlético.

Aliás, Gilson Kleina sofreu, o que o Doriva está sofrendo hoje. Não diria nem que isso é remédio, está muito mais para veneno que ninguém gostaria de experimentar. O jogador Walter está muito acima do peso de um atleta de futebol, segundo ele, joga tranquilamente com 95 quilos, revelou que está com 96. Eu afirmo! Não joga! Embora na quinta-feira o técnico lhe deu uma nova oportunidade de entrar como titular no jogo contra o São Paulo, no Morumbi.

A torcida exige e Doriva escala. O peso ideal para Walter, seria 85 quilos, portanto dez quilos a menos. Só que exigir isso do jogador, é o mesmo que pedi-lo para morrer. Walter é compulsivo por comida. Revelou nessa semana que só agora está aprendendo a comer saladas, frutas e legumes. Que, o que satisfaz a sua fome, são os pasteizinhos e caldo de cana das feiras livres. Meu Deus! Isso é uma bomba para qualquer ser humano, agora imagina para um atleta? Se Walter não tomar uma atitude imediatamente em sua vida, será muito em breve, um ex. jogador de futebol.

Neste momento, já é. Só não caiu ainda a ficha dos clubes que contratam e do próprio Walter.

WALTER- Nova polêmica.

 

 

Goiás: O poderoso verdão está á deriva

Como um barco sem o seu capitão, velejando em alto mar, mas solto e sem comando. Assim podemos definir o Goiás nos últimos anos, na gestão de Sérgio Rassi. Caiu em 2015 da primeira para a Segunda Divisão e o presidente nada fez para evitar o rebaixamento. Aceitou passivamente a queda, não tomou na época nenhuma providência, prometendo uma volta no ano seguinte. Mentira! Não conseguiu cumprir a promessa em 2016 e quase fez o time passar o vexame de um rebaixamento para a Série C.

Formou o pior time da história esmeraldina. E colocou a culpa no ambiente do time de 2016. Agora em 2017, o time não consegue deslanchar e encostar nos times que estão na parte de cima da tabela. Pelo contrário, está exatamente no meio da tabela de classificação e se quiser chegar à primeira divisão, vai ter que melhorar muito o seu desempenho. O percentual esmeraldino até agora é de pouco mais de 43%. Precisa passar da casa dos 60% se quiser brigar na parte de cima da tabela para chegar à Série A em 2018.

Um time com a grandeza do Goiás que joga 13 vezes numa série B e perde seis vezes, não pode merecer o carinho da torcida. Foram cinco vitórias, dois empates e seis derrotas, sem contar o jogo da sexta-feira contra o Criciúma. O Goiás precisa tomar atitude, ser mais decisivo e brigar como time grande. Mostrar que pode chegar na primeira divisão sem sofrimento. Mostrar para todo país que ainda é o poderoso verdão do Centro-Oeste.

SÉRGIO RASSI- Só fracassos no brasileirão

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