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Esporte -

Goiás em queda livre

O Goiás passa por um momento muito delicado dentro e fora de campo. Dentro de campo o time não consegue se acertar e está á beira do abismo. Se der um passo á frente, cai na “zona de rebaixamento”. E quando entra na zona maldita é como se o time estivesse acorrentado, cada vez que tenta sair, é puxado para baixo, isso acontece a cada rodada que passa.

Falta vontade nos jogadores esmeraldinos, principalmente quando joga fora de casa. Não tem força para mudar um resultado e nem para sustentar uma vitória. O mês de agosto se foi embora e não vai deixar saudades.

Foram cinco jogos e apenas dois pontos conquistados, talvez o pior da história do Goiás. O time nunca esteve tão mal em um campeonato brasileiro como agora. Para mudar a história esmeraldina neste ano de 2017 foram tomadas algumas atitudes: a saída do presidente Sérgio Rassi e também do técnico Argel Fucks. Os dois não conseguiram emplacar os resultados positivos esperados pelos torcedores.

Só isso basta? Acredito que não, mas pode mudar alguma coisa daqui para frente e o Goiás não terá que passar a vergonha de jogar uma terceira divisão. O campeonato do Goiás a partir de agora é para não cair, fazer o chamado jogo a jogo e conquistar os 44 pontos que o time precisa para não ir para uma divisão abaixo.

Fora de campo o clube passa por um processo meio bagunçado. Na semana passada o presidente do Conselho Haylê Pinheiro chamou o presidente e vice para uma conversa. Nessa conversa de dirigentes foi tomada a seguinte decisão: Sérgio Rassi deveria deixar o cargo para que assumisse o também médico Marcelo Almeida.

Marcelo sai da vice-presidência e assume um time que corre o sério risco de ir para a série “C” em 2018. E não é só isso, o Goiás não subindo, como eu não acredito que vá, irá perder mais 25% da sua cota com a televisão. É assim que funciona: time que cai e fica na série B apenas por uma temporada mantém o mesmo valor da primeira divisão. Se ficar dois anos na série B, perde mais 25%. Portanto o Goiás no próximo ano terá somente a metade do que ganhou em 2016. Convenhamos, o Dr. Sérgio Rassi conseguiu melhorar as finanças do time por um lado, mas perdeu por outro, ou seja, ficou como Dantes na casa de Abrantes. E o que é pior, o time não subiu!


MARCELO ALMEIDA- O novo presidente esmeraldino
com a obrigação de tirar o time da terceira divisão

Seleção Brasileira

Seleção Brasileira aos poucos vai ganhando forma para a Copa do Mundo na Rússia no próximo ano. Pelo jeito não irá mudar muita coisa nos próximos 10 meses, até a abertura da competição em junho de 2018. O time titular será o mesmo do jogo contra o Equador, apenas com a entrada de P. Coutinho no lugar de Willian.

Se não acontecer nada até lá, o time terá: Alisson, Daniel Alves, Miranda, Marquinhos e Marcelo; Casemiro, Renato Augusto, Paulinho e P. Coutinho; Neymar e Gabriel Jesus. Penso que teremos mais umas cinco vagas para ir ao mundial. Uma no gol, uma na lateral direita, duas para o meio campo e mais uma para o ataque, assim mesmo para reserva. O onze titular já está definido. O Brasil vai chegar em 2018 como o grande favorito para ganhar a próxima Copa do Mundo. O time de Tite chega na idade certa, uma média de 28 anos. As seleções italiana, Espanhola e Alemã, que chegariam com bagagem para vencer, estarão passando por um processo de rejuvenescimento, já que no mundial do Brasil em 2014, as seleções já estavam “velhas”. Por isso e outros motivos, o Brasil é favorito para ganhar a próxima copa.

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